Porto Editora - Um Dia Naquele Inverno (Novidade)


Título: Um Dia Naquele Inverno
Autora: Sveva Casati Modignani
Páginas: 384
PVP: 16,60 €



Os leitores pediram, a autora respondeu: Sveva Casati Modignani vem a Lisboa apresentar o seu mais recente romance, Um Dia Naquele Inverno, que a Porto Editora publica a 4 de outubro.
Com o famoso Lago de Como como cenário, esta é uma história sobre uma jovem francesa que um dia vai viver para a exuberante mansão de uma família italiana.
Sveva Casati Modignani vai estar em Lisboa entre os dias 18 e 23 de outubro para diversas sessões de autógrafos e contactos com a comunicação social.


SINOPSE
Numa grande mansão, às portas de Milão, vivem os Cantoni, proprietários há três gerações da homónima e prestigiada fábrica de torneiras. Aparentemente, todos os membros da família levam uma vida transparente, mas, na realidade, todos eles escondem segredos que os marcaram; existem situações que, ainda que conhecidas por todos, permanecem um tema tabu. Omite-se até a loucura de que sofre Bianca, a matriarca desta dinastia.
Um dia, entra em cena Léonie Tardivaux, uma jovem francesa sem dinheiro e sem parentes, que casa com Guido Cantoni, o único neto de Bianca. Léonie adapta-se bastante bem à rotina familiar, compreendendo a regra de silêncio dos Cantoni. Isso não a impede de ser uma esposa exemplar, uma mãe atenta e uma gerente talentosa, que, com bastante êxito, conduz a firma pelo mar hostil da recessão económica. No entanto, também ela cultiva o seu segredo, aquele que todos os anos, durante apenas um dia, a leva a largar tudo e a refugiar-se no Lago de Como.
Mais uma vez, Sveva Casati Modignani cativa o leitor com uma saga familiar que atravessa quase um século da História de Itália, dos anos 20 até aos dias de hoje, colocando em cena personagens encantadoras: homens inteligentes, autênticos e perspicazes, que têm ao seu lado mulheres fortes e inigualáveis, capazes de os aconselhar e apoiar.

Primeiras páginas: AQUI


A AUTORA

 
 Reconhecida como a grande signora do bestseller italiano, com mais de 11 milhões de exemplares vendidos, Sveva Casati Modignani está traduzida em 17 países e é hoje uma das autoras mais populares em Portugal. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Feminino Singular, Baunilha e Chocolate, O Jogo da Verdade, Desesperadamente Giulia, O Esplendor da Vida, A Siciliana, Mister Gregory e A Viela da Duquesa.

 

Chiado Editora - Livraria / Bar Les Enfants Terribles (Convite)



Gostaríamos de convidar todos os nossos leitores e autores (presentes e futuros) a celebrar o 3º aniversário da nossa Livraria | Bar Les Enfants Terribles.

O presente mais desejado é o poema ou outro texto que queiram trazer e oferecer a viva voz!

Por favor confirmem a V/ presença para o e-mail: com.chiadoeditora@gmail.com

Assírio & Alvim - Setembro (Novidades)


Titulo: Estação Central
Autor: José Tolentino Mendonça
Páginas: 64
PVP: 9,00 €

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Sinopse
O mais recente livro de poesia de José Tolentino Mendonça
Reconhecido unanimemente como um dos grandes poetas portugueses da atualidade, José Tolentino Mendonça regressa com Estação Central. Na epígrafe a um dos poemas lemos Dietrich Bonhoeffer: «Deus é impotente e fraco no mundo, e somente assim está connosco e nos ajuda». Compreende-se por isso que «[…] Deus sendo puro deixa-se consumir / com a paixão insultuosa / dos devassos». Esta ambivalência entre a solidão da humanidade e o maravilhoso mistério que a acompanha perpassa as páginas deste livro.

CREDO
atribuído a Yossel Rakover
Creio no sol, mesmo quando não o vejo
Creio no amor, mesmo quando não o abraço
Creio em Deus, mesmo quando Deus se cala

Primeiras páginas AQUI

Sobre o Autor 
 
 Poeta, sacerdote e professor, José Tolentino Mendonça nasceu em 1965, na Ilha da Madeira.
Doutorou-se em Teologia Bíblica, em Roma, e vive atualmente em Lisboa. Entre outras responsabilidades é docente na Universidade Católica Portuguesa, dirige o Secretariado
Nacional da Pastoral da Cultura e a revista Didaskalia.
Tem publicado diversos livros de poesia, ensaio e teatro na Assírio & Alvim, e colaborado em muitos outros como tradutor e/ou organizador. Para José Tolentino Mendonça, «A poesia é a arte de resistir ao seu tempo».
A sua obra tem sido galardoada com diversos prémios, entre eles o Prémio Cidade de Lisboa de Poesia e o Prémio Pen Clube de Ensaio.





Titulo: O Concerto Interior — evocações de um poeta
Autor: António Osório
Páginas: 136
PVP: 12,00 €

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Sinopse
As admiráveis evocações de um poeta
«As recordações são acompanhadas aqui de poemas. Não se trata de uma antologia — a poesia procurou sempre tornar mais clara a minha vida, e a prosa revela a verdade dos versos e das pessoas invocadas. As duas, lado a lado, buscam o encanto de caminharem juntas e de se completarem. Falta acrescentar que o mistério da existência — procurei-o sempre descobrir ao longo da vida — é o das quatro estações. Porque será que a velha glicínia segue o ritmo das jovens roseiras, essas lindas raparigas? E porque luzem na hora certa, como as constelações? De tudo resulta um concerto interior, preenchendo a alma e tornando-a digna de voltar.»
António Osório

«E em cada poema, em cada texto, é o sentido do mundo que procura, o lado fraterno da existência, como se pode aferir, página a página, em O Concerto Interior. Concertante deambulação pelas recordações e poemas de um homem que nunca deixou de procurar entender o mistério das quatro estações. Em fundo talvez Vivaldi, reverberação constante dos seus dias.»
Maria Leonor Nunes, JL 19/09/2012
 
 Primeiras páginas AQUI
 
Sobre o Autor 
 
 Nasceu em Setúbal em 1933, filho de pai português e mãe italiana. Poeta e ensaísta é licenciado em Direito, exercendo atividade como advogado em Lisboa. Foi bastonário da Ordem dos Advogados e presidente da Associação Portuguesa para o Direito do Ambiente.
Pertence, desde 1999, à Academia de Ciências de Lisboa, secção de Letras. Tem sido unanimemente considerado pela crítica como uma das vozes mais consistentes da poesia portuguesa contemporânea.






 Titulo: Teoria da Heteronímia
Autor: Fernando Pessoa
Organização: Richard Zenith e Fernando Cabral Martins
Páginas: 384
PVP: 18,00 €

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Sinopse
Um livro fundamental para compreender uma das facetas mais marcantes da obra pessoana «Caímos na armadilha. Fomos, realmente, burlados, como foram burlados os seus amigos para quem ele preparou, de peito feito, a grande “palhaçada” dos seus heterónimos.» O parecer, publicado em 1951, é do primeiro biógrafo de Fernando Pessoa. Embora João Gaspar Simões muito admirasse o poeta, considerava os heterónimos uma blague e a obra feita em seu nome um «ciclo mistificador». No entanto, para muitos especialistas e leitores, a heteronímia é a chave que permite apreciar devidamente a obra e o génio do poeta. A presente edição reúne textos de Fernando Pessoa — prosa, poesia e alguns projetos — que de algum modo incidem sobre o tema da heteronímia, enquanto procedimento literário e como modo de estar no mundo. Um prefácio analisa e contextualiza o fenómeno, enquanto uma Tábua de heterónimos e outros autores fictícios descreve as aptidões e a atividade literária de 106 «colaboradores» de Pessoa, alguns dos quais revelados nesta edição pela primeira vez.
 
«Criei em mim várias personalidades. Crio personalidades constantemente. Cada sonho meu é imediatamente, logo ao aparecer sonhado, encarnado numa outra pessoa, que passa a sonhá-lo, e eu não. Para criar, destruí-me. Tanto me exteriorizei dentro de mim, que dentro de mim não existo senão exteriormente. Sou a cena nua onde passam vários atores representando várias peças.»
Fernando Pessoa
 
Primeiras páginas AQUI

Sextante Editora - Duas novidades de Rubem Fonseca


Trata-se de dois livros muito aguardados: José e Axilas & outras histórias indecorosas, de Rubem Fonseca, são duas novidades da Sextante Editora que vão ser publicadas a 4 de outubro.
José é uma autobiografia do prestigiado autor brasileiro, uma memória da sua infância e juventude, onde perpassa o entusiasmo e a paixão pelos livros, o fascínio pelas mulheres e a sua ascendência portuguesa.
Axilas & outras histórias indecorosas é um livro de contos negros, permeados por um humor ácido e um forte erotismo, personagens obsessivas e impiedosas para consigo mesmas e, sobretudo, para com quem as rodeia.


Título: José
Autor: Rubem Fonseca
Páginas: 112
PVP: € 13,30

 











Sinopse
Ao falar de sua infância José tem que recorrer à sua memória e sabe que ela o trai, pois muita coisa está sendo relembrada de maneira inexata, ou foi esquecida. Mas ele gostaria de concluir, ao fim dessas lembranças tumultuadas, que a memória pode ser uma aliada da vida. Sabe que todo relato autobiográfico é um amontoado de mentiras – o autor mente para o leitor, e mente para si mesmo. Mas aqui, se alguma coisa foi esquecida, ele se esforçou para que nada fosse inventado. José cita Proust: «a lembrança das coisas passadas não é necessariamente a lembrança das coisas como elas foram.»




Título: Axilas & outras histórias indecorosas
Autor: Rubem Fonseca
Páginas: 144
PVP: € 13,30

 











Sinopse
 «Eu ainda não sabia o seu nome, que depois descobri ser Maria Pia. Ela já estava sentada quando vi os seus braços, braços finos, que para o meu bisavô não causariam o menor interesse, ele provavelmente os acharia feios. Além do mais, Maria Pia usava uma manga cavada e os braços estavam totalmente desnudos. Meu bisavô gostaria que ela usasse mangas curtas meio palmo abaixo do ombro e que seus braços fossem cheios, do jeito que Machado de Assis descreve no conto “Uns braços”. Maria Pia era fina, toda ela, eu sabia, desde o início, vendo-lhe apenas os braços. E quando ela deu-lhes movimento, pude ver parte da sua axila.»


O AUTOR
 
Contista, romancista, ensaísta, guionista e «cineasta frustrado», Rubem Fonseca só precisou de publicar dois ou três livros para ser consagrado como um dos mais originais prosadores brasileiros contemporâneos.
Em 2003, ganhou o Prémio Juan Rulfo e o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa. Recebeu cinco vezes o Prémio Jabuti. Com várias das suas histórias adaptadas ao cinema, ao teatro e à televisão, Rubem Fonseca já publicou treze coletâneas de contos e onze romances.

Civilização - A Arca (Opinião)

Victoria Hislop



















Tessalonica, 1917. 
No dia em que Dimitri Komninos nasce, um incêndio devastador varre a próspera cidade grega, onde cristãos, judeus e muçulmanos vivem lado a lado. Cinco anos mais tarde, a casa de Katerina Sarafoglou na Ásia Menor é destruída pelo exército turco. No meio do caos, Katerina perde a mãe e embarca para um destino desconhecido na Grécia. Não tarda muito para que a sua vida se entrelace com a de Dimitri e com a história da própria cidade, enquanto guerras, medos e perseguições começam a dividir o seu povo. 

Tessalonica, 2007.
 Um jovem anglo-grego ouve a história de vida dos seus avós e, pela primeira vez, apercebe-se de que tem uma decisão a tomar. Durante muitas décadas, os seus avós foram os guardiões das memórias e dos tesouros das pessoas que foram forçadas a abandonar a cidade. Será que está na altura de ele assumir esse papel e fazer daquela cidade a sua casa?

Opinião 
Uma verdadeira história de amor, cheia de adversidades e muita coragem.
Gostei muito deste livro ainda que não se trate de um romance leve. Uma história comovente que me fez pensar no que realmente importa na vida, o bem-estar daqueles que amamos e a importância da família.
Este romance conduz-nos à Grécia no ano de 1917, um período difícil, de guerra, fome e desespero que se irá prolongar até ao fim do livro. Os protagonistas, Katerina e Dimitri, tem ambos o início da sua vida marcada por acontecimentos drásticos mas que acabam por os conduzir um ao outro. Na rua Irini, Katerina e a sua nova família vão conhecer os Moreno, uma família judia muito unida cujo ofício é a alfaiataria, e Olga Komninos, junto com o filho Dimitri e a a criada Pavlina, que apesar da sua elevada posição na sociedade se encontra a morar ali após um terrível incêncio ter destruído a sua casa. Na infância são vizinhos e companheiros de brincadeiras na rua Irini, mas logo Dimitri é chamado à realidade e vai viver com os pais numa rica mansão em outra zona da cidade. Apesar da oposição do pai, este nunca se afasta dos amigos de infância e continua a vê-los às escondidas. À medida que crescem, as vidas de Dimitri e Katerina tomam rumos diferentes mas o sentimento que os une não esmorece com o tempo nem com as dificuldades.
Quando, em 1941, se dá a ocupação alemã a vida das personagem muda irrevogavelmente. Dimitri e os amigos da rua Irini alistam-se no exército que oferece resistência à oposição, defendendo a patrida. O pai de Dimitri renega-o pois acredita que a ocupação será benéfica aos seus negócios. Progressivamente, os alemães vão espalhando a descriminação contra os judeus que vivem na Grécia, perseguindo-os e roubando as suas posses até que acabam por expulsá-los do país. O desaparecimento dos Moreno afecta profundamente a vida na rua Irini e Katerina perde não só os amigos como o seu trabalho.
Após décadas de guerra, fome e milhares de mortos, Dimitri e Katerina podem finalmente viver o amor que sempre sentiram. Apesar do fim da guerra, as dificuldades não terminaram e juntos ainda terão de enfrentar a descriminação por Dimitri se ter alistado no exército dos rebeldes.
Finalmente, estamos no fim do livro, em 2007. Dimitri e Katerina recebem a visita do neto, um jovem anglo-grego, que pouco sabe sobre o passado dos seus avós. Ao ouvir a história das suas vidas, Mitsos sente uma profunda ligação à Tessalonica e aqueles que por ela lutaram e decide ficar "para escutar e para sentir."

 

Oficina do Livro - Maria Barroso – Um Olhar Sobre a Vida (Novidade)


Título: Maria Barroso Um Olhar Sobre a Vida
Autora: Leonor Xavier
Editora: Oficina do Livro
Páginas: 312
PVP: 14,90 eur


“Para o cenário de uma vida, há os momentos iluminados de palco, as emoções que se exprimem na força do significado, os silêncios quietos na sombra dos bastidores. Na história de Maria de Jesus, o cenário é a arte de amor e de liberdade, de compadecimento e de paz”





Sobre o Livro
Maria de Jesus Simões Barroso nasceu no Algarve em 1925. Ainda criança muda-se para Setúbal, onde faz a escola primária, descobre o prazer da escrita e apaixona-se pela leitura. Na adolescência declamava poesia, a família descobre-lhe o talento para a representação. Ainda adolescente torna-se aluna do curso de Representação Dramática do Conservatório Nacional. Nascia uma mulher de palco. Na companhia Rey Colaço – Robles Monteiro representou, no Teatro Nacional, várias peças sempre com o aplauso da crítica e do público.

Em 1945 conhece Mário Soares. Casaram, tiveram dois filhos e um percurso de vida nem sempre fácil devido às sucessivas prisões de Mário Soares, às perseguições políticas de que ambos foram vítimas. Do palco do teatro, para o palco da política, esta mulher enriqueceu a sua vida dedicando-se a muitas causas humanitárias. Criou  a Pro Diginitate, a fundação onde ainda trabalha com o mesmo empenho e dedicação que sempre a caracterizaram.

 Maria Barroso – Um olhar sobre a vida é mais do que uma biografia. É uma homenagem a uma mulher ímpar na vida cultural do nosso país, uma figura incontornável, um ser humano que, com este livro, aprendemos a admirar.


Sobre o Autor


Leonor Xavier Jornalista e escritora, licenciada em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, viveu no Brasil entre 1975 e 1987. No Rio de Janeiro, onde foi correspondente do Diário de Notícias, duas vezes lhe foi atribuído o Prémio de Melhor Jornalista da Comunidade Portuguesa. Pelo seu trabalho sobre Emigração e sobre as relações entre Portugal e o Brasil, foi distinguida com a Ordem do Mérito. Autora de romances, contos, ensaios e crónicas publicadas nos dois países, é biógrafa de Maria Barroso e de Raul Solnado. Pela autobiografia Casas Contadas (2009, Asa, Leya, Lisboa), foi distinguida pelo Prémio Máxima de Literatura 2010.



 

João Ricardo Pedro participa no Clube de Leitores Bulhosa

João Ricardo Pedro participa no Clube de Leitores Bulhosa Campo de Ourique
25 de setembro, 18h30
Rua Tomás da Anunciação, 68-B 


 João Ricardo Pedro, vencedor do Prémio Leya 2011 com o livro O Teu Rosto Será o Último, editado pela Dom Quixote, participa no Clube de Leitores Bulhosa Campo de Ourique, hoje, terça-feira, 25 de setembro, às 18h30. A moderação está a cargo de Olga Marques.
João Ricardo Pedro nasceu em 1973, na Reboleira, Amadora. Curioso acerca da força de Lorentz, licenciou-se em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico. Durante mais de uma década, trabalhou em telecomunicações sem, no entanto, alguma vez ter aplicado as admiráveis equações de Maxwell. Na primavera de 2009, em consequência do carácter caprichoso dos mercados, achou-se com mais tempo do que aquele de que necessitava para cumprir as obrigações do quotidiano. Num acesso de pragmatismo, começou a escrever. O Teu Rosto Será o Último é o seu romance de estreia.
O Clube de Leitores é uma atividade com uma regularidade mensal, na qual é discutido um livro de um autor português. O autor é sempre convidado para o clube, podendo os leitores discutir o livro e outros aspetos da sua obra com ele. O clube de Campo de Ourique começou no ano 2001, sendo peregrino na organização de comunidades de leitores.




Título: O teu Rosto Será o Último 
Autor: João Ricardo Pedro
Páginas: 208
Editora: Leya
PVP: 16,95 €
 










 SINOPSE
Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu.
Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial.
Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?

Casa das Letras - O Mundo Misterioso de Guta (Novidade)


Título: O Mundo Misterioso de Guta
Autora: Filomena Gonçalves
Páginas: 100 
PVP: 7,50€
 
 
 
 Uma história surpreendente, carregada de ternura e emoção!
 
 
 
 
 
 
 
 Sobre o livro
Guta e a família mudam-se para uma nova casa no Parque das Nações. Cansada de mudanças e arrumações, resolve ir passear e ler para o pé do rio, onde, das águas surge um ser mágico, uma tágide, que a desafia a resolver um misterioso enigma. A nossa heroína inicia um caminho recheado de descobertas fantásticas que a levam a conhecer novos amigos.

Uma história divertida sobre um mundo imaginário e fabuloso dos mistérios do Tejo e dos segredos que nos falam de poetas e musas de seres mitológicos e sobre o valor da amizade, dos nossos afectos e das recordações.


Filomena Gonçalves tornou-se conhecida do grande público pelo seu trabalho como atriz, sobretudo para televisão, através de Ricardina e Marta, Palavras Cruzadas, Desencontros e, ainda, de séries de que também foi coprodutora, tais como A Ferreirinha, João Semana, O Processo dos Távoras e Quando os Lobos Uivam, entre muitas outras.

A sua recente incursão no mundo da ficção juvenil participando em Morangos Com Açúcar, no papel da Diretora Linda, agradou-lhe especialmente pela possibilidade de contactar de perto com muitos jovens, atores e fãs da conhecida série.
 

ASA - Peripécias do Coração (Opinião)

Julia Quinn



















A sensata Kate Sheffield está decidida a encontrar para a sua meia-irmã Edwina um marido de reputação impecável. Mal ela sabe que o visconde Anthony Bridgerton já traçou um plano... que inclui a belíssima jovem! E ele não está habituado a ser contrariado... 
Embora Anthony seja o solteirão mais cobiçado da temporada, a sua reputação de mulherengo perturba Kate. Ela terá de agir rapidamente, pois Edwina vê com muito bons olhos os avanços do visconde. Mas Edwina fez uma promessa que não está disposta a quebrar: nunca casará sem a bênção de Kate. 
Cabe, pois, a Anthony convencer aquela que (espera) será a sua futura cunhada. Ele é um homem determinado e seguro de si... e não contava encontrar uma adversária à sua altura. Frente a frente, Kate e Anthony apercebem-se de que têm mais em comum do que imaginaram. Mas o que os une ameaça separá-los para sempre.

Opinião
Um romance sublime, cheio de humor e sensualidade.
Este foi o primeiro livro que li da autora. Sim, eu sei! Devia ter lido antes o 1º volume da Série Bridgerton mas foi-me completamente impossível esperar.
Gostei muito da escrita da autora, com excelentes descrições que nos permitem visualizar tudo mas que não chegam a ser maçadoras como muitas vezes acontece nos romances de época.
As personagens são mesmo maravilhosas. Devido à morte do pai e à consequente responsabilidade que lhe pesa sobre os ombros, Anthony tenta ser um homem frio e racional mas, na verdade, não passa de um homem que adora a família (mesmo quando esta quase o leva a arrancar os cabelos!). Vê em Kate uma solteirona irritante que tem o péssimo hábito de o desafiar mas na verdade não consegue parar de pensar nela. As cenas entre os dois são hilariantes, capazes de nos levar as lágrimas. Tal como Anthony, Kate tenta também ela ser uma mulher forte e corajosa pois acha ser o seu dever de irmã mais velha. A realidade é que ambos têm em comum muito mais do que pensam como, algo a contragosto, vão descobrindo com o passar do tempo.
Os irmãos Bridgerton formam um grupo muito divertido e, apesar de passarem boa parte do tempo a tentarem apertar o pescocinho uns dos outros, vê-se que se adoram e que se unem na tentativa de que cada um deles encontre a felicidade.
Todo o livro, e muito provavelmente toda a série, é dominada pela misteriosa Lady Whistledown. As suas crónicas e acertadas previsões dão o mote a cada novo capítulo mas a sua verdadeira identidade permanece um mistério para todos.
Adorei mesmo este livro e mal posso esperar para ler as histórias do restantes irmãos Bridgerton.  

Quinta Essência - Escravos do Amor (Opinião)

Kate Pearce







O amor de uma mulher, a redenção de um homem











Satisfação sexual...
Os dez anos como escravo sexual num bordel turco fizeram com que Lorde Valentin Sokorvsky tivesse um insaciável apetite sexual. Agora, chegou a hora de casar, mas encontrar uma mulher que consiga satisfazer os seus luxuriosos desejos representa um autêntico desafio para ele... Até que conhece Sara e tudo em que consegue pensar é em tê-la sob o seu corpo viril, suplicando-lhe que o saboreie e o acaricie.

Sedução sensual...
Sara Harrison sabe que deveria ficar escandalizada e assombrada pelos atrevidos avanços de Lorde Sokorvsky, mas, ao invés, sente-se secretamente excitada e atraída por aquele homem sensual e sedutor. Escondida atrás da sua calma e das suas maneiras requintadas, encontra- se uma mulher sensual que deseja as carícias íntimas de um homem e anseia ser educada na arte da sensualidade para dar e receber prazer e sucumbir a um louco desejo que não conhece limites.


Opinião
Um romance cheio de sensualidade em que as fantasias não tem limite.
Este foi o primeiro livro que li da autora. Ao ler a sinopse pensei que se tratava de um romance intenso. Infelizmente tal não se verificou. Acaba por revelar ser antes um livro quase pornográfico de tão descritivas chegam a ser as cenas de sexo protagonizadas pelas várias personagens e que pouco deixam à imaginação.
Pena que a autora não tenha sido tão descritiva na história em si. Acabei por não perceber bem como é que Valentim  se torna num escravo sexual nem porque o pai deste, nada mais nada menos do que um Marquês, um homem que presumidamente teria muito dinheiro e contactos, nunca o tentou resgatar.
O próprio romance entre e Valentim e Sara podia ter sido mais desenvolvido pois a relação entre ambos parece resumir-se ao sexo.
As personagens estão bem construídas ainda que não muito desenvolvidas pela autora neste primeiro volume.
Espero que o próximo volume desta série nos permita conhecer melhor estas personagens. 

Selo Versatile Blogger




Muito obrigada ao Vitor Frazão (Crónicas Obscuras) pelo selinho! :)

Regras:
1 - Postar o selo e dizer quem me presenteou
2 - Dizer 7 coisas sobre mim
3 - Presentear 15 blogs com o mesmo

  
7 coisas sobre mim:
1 - Adoro ler! :)
2 - Banda preferida: QUEEN
3 - Gosto muito de conduzir (mas detesto os limites de velocidade e os condutores de Domingo!!)
4 - Amo Coimbra
5 - Tentar ler o máximo de livros dos "1001 Books You Must Read Before You Die"
6 - A minha cor preferida é o Verde
7 - Viagem de sonho: Irlanda


Blogs escolhidos:
 
 


Namora um rapaz que lê...



"Namora um rapaz que se orgulha da biblioteca que tem, ao invés do carro, das roupas ou do penteado. Ele também tem essas coisas, mas sabe que não é isso que vai torná-lo interessante aos seus olhos. Namora um rapaz que tenha uma pilha de três ou quatro livros na cabeceira e que lembre do nome da professora que o ensinou as primeiras letras. Encontre um rapaz que lê. Não é difícil descobrir: ele é aquele que tem a fala mansa e os olhos inquietos. Ele é aquele que pede, toda vez que vocês saem para passear, para entrar rapidinho na livraria, só para olhar um pouco. Sabe aquele que às vezes fica calado porque sabe que as palavras são importantes demais para serem desperdiçadas? Esse é o que lê.
Ele é o rapaz que não tem medo de se sentar sozinho num café, num bar, num restaurante. Mas, se você olhar bem, ele não está sozinho: tem sempre um livro por perto, nem que seja só no pensamento. O rosto pode ser sério, mas ele não morde, não. Sente-se na mesa ao lado, estique o olho para enxergar a capa, sorria de leve. É bem fácil saber sobre o quê conversar.Diga algo sobre o Nobel do Vargas Llosa. Fale sobre sobre as novas traduções que andam saindo por aí. Cuidado: certos best-sellers são assunto proibido. Peça uma dica. Pergunte o que ele está lendo –e tenha paciência para escutar, a resposta nunca é assim tão fácil.
Namora um rapaz que lê, ele vai entender um pouco melhor seu universo, porque já leu Simone, Clarice e –talvez não admita– sabe de memória uns trechos de Jane Austen. Seja você mesma, você mesmíssima, porque ele sabe que são as complicações, os poréns que fazem uma grande heroína. Um rapaz que lê enxerga em você todas as personagens de todos os romances. 
Um rapaz que lê não tem pressa, sabe que as pessoas aprendem com os anos, que qualquer um dos grandes tem parágrafos ruins, que o Saramago começou já velho, que o Calvino melhorou a cada romance, que o Borges pode soar sem sentido e que os russos precisam de paciência. 
Um namorado que lê gosta de muita coisa, mas, na dúvida, é fácil presenteá-lo: livro no aniversário, livro no Natal, livro na Páscoa. E livro no Dia das Crianças, por que não? Um rapaz que lê nunca abandonará uma pontinha de vontade de ser Mogli, o menino lobo. 
E você também ganhará um ou outro livro de presente. No seu aniversário ou no Dia dos Namorados ou numa terça-feira qualquer. E já fique sabendo que o mais importante não é bem o livro, mas o que ele quis dizer quando escolheu justo esse. Um rapaz que lê não dá um livro por acaso. E escreve dedicatórias, sempre.  
Entenda que ele precisa de um tempo sozinho, mas não é porque quer fugir de você.
Invariavelmente, ele vai voltar –com o coração aquecido– para o seu lado.  
Demonstre seu amor em palavras, palavras escritas, falas pausadas, discursos inflamados. Ou em silêncios cheios de significados; nem todo silêncio é vazio.  
Ele vai se dedicar a transformar sua vida numa história. Deixará post-its com trechos de Tagore no espelho, mandará parágrafos de Saint-Exupéry por SMS. Você poderá, se chegar de mansinho, ouvi-lo lendo Neruda baixinho no quarto ao lado.  
Quem sabe ele recite alguma coisa, meio envergonhado, nos dias especiais. Um rapaz que lê vai contar aos seus filhos a História Sem Fim e esconder a mão na manga do pijama para imitar o Capitão Gancho. 
Namora um rapaz que lê porque você merece. Merece um rapaz que coloque na sua vida aquela beleza singela dos grandes poemas. Se quiser uma companhia superficial, uma coisinha só para quebrar o galho por enquanto, então talvez ele não seja o melhor. Mas se quiser aquela parte do “e eles viveram felizes para sempre”, namora um rapaz que lê.  
Ou, melhor ainda, namora um rapaz que escreve."


  
(Baseado no "Namora uma rapariga que lê", by Gabriela Ventura)